CENA II
PASTOR:–Acompanha-lo como?.E os meus fiéis?
EVAIR:–Quem disse que queremos isto? Aqui fica o senhor.Aqui é o lugar do pastor. Virei visitá-lo sempre que puder.Se eu não poderAlguém vem no meu lugar.Pode ficar sossegado.Sozinho o pastor nunca ficará.
PASTOR:_Quisera eu ver tudo aqui lotado.(FALA COMO SE ESTIVESSE PENSANDO)Uma igreja com poucos membros é igreja.Mas…lotada…a coisa é outra.
EVAIR:–(SEM DAR MUITA ATENÇÃO_…Pensei! Seria inútil convencer o torrão?Seria águas monetárias jorrando em terreno árido?…É ou não é fértil esse torrão?…Vê!..custou-me menos tempo do que o imaginado.Torrões sedem…se a sêde é real e o preço é bom.Se o motivo estiver ao alcance dos dedos…elês não nos decepcionam.Até inventam coisas.
PASTOR:–Ouço,entedo,mas,pouco compreendo.É como o tilintar de um trem ao longe.Apesar do pouco que ouço,acho bom o som.
EVAIR:– Compreenderá depois da obra feita.E não se arrependerá.Á bons obreiros…paga-se bons salários.E o preço é justo.
PASTOR:–É que a miséria, e a fome ronda… Sei aonde quer chegar.Me fala d’uma sociedade,não é isto?É o jovem que vem com os recursos,nós com a mão de obra.Por que não disse logo!Pra que tanto rodeio?
EVAIR:–Bravo,Pastor!!!..Pastor!!!…Não me basta ter o gerente…A gente tem é que gerenciar bem.Já ouço gritos dos talentos rondando o altar.
PASTOR:–Só pode ter vindo da parte de deus…ele ouviu as minha orações!
EVAIR:–(NÃO TÃO ATENTO)Ouviu?!…Ah,é,ouviu! Vamos caminhar por outro caminho.Deixemos de perder tempo.O sucesso!!!…O sucesso,chegará.Entrará por estas portas.Arrebentando tudo.Contaminando tudo.No lugar que o senhor puzer os pés,será contamido pelo sucesso.E este lugar será santo.
PASTOR:–Ai de mim!Com tanta esperança! Esta igraja já não comporta tanto.Imagina-se o que não pode esperar…mas a sociedade terá de ser justa aos olhos de Deus.Nem é mais uma obrar por fazer?
EVAIR:–É modestia!!!Acabe com esse cheiro de pobreza.Cabeça pra frente.É o sucesso, que nos espera. (ASSIM SEM JEITO DIZ)É…só assinar o contrato.Não…Não mediremos esforsos.Compra-se o que tiver de comprar.Reforma-se o que tiver de reformar. A vida se regala é na prática.
PASTOR:–É tanto dinheiro assim?Aqui se faz é na prática mesmo…Mas,se é novo, devemos esperar o melhor.Arriscar não quer dizer,ah,perdi o melhor!Que então seja o…Não me lembro de ter mencionado um contrato.Ai,a coisa fica….(CORTANDO)
EVAIR:–E,por outro lado pastor…Como sou relaxado! É,este! (MOSTRA O CONTRATO) Depois de asssiná-lo,ninguém mais fica parado..Prejuizo?…Nunca mais! Ovelhas gordinhas!…Casaquinhos…lã! Adeus bucho costurado.Ovelhas sã e sem pudor.Sem contar…(O PASTOR ASSINA O CONTRATO) Aí está…
EVAIR:–Quem disse que queremos isto? Aqui fica o senhor.Aqui é o lugar do pastor. Virei visitá-lo sempre que puder.Se eu não poderAlguém vem no meu lugar.Pode ficar sossegado.Sozinho o pastor nunca ficará.
PASTOR:_Quisera eu ver tudo aqui lotado.(FALA COMO SE ESTIVESSE PENSANDO)Uma igreja com poucos membros é igreja.Mas…lotada…a coisa é outra.
EVAIR:–(SEM DAR MUITA ATENÇÃO_…Pensei! Seria inútil convencer o torrão?Seria águas monetárias jorrando em terreno árido?…É ou não é fértil esse torrão?…Vê!..custou-me menos tempo do que o imaginado.Torrões sedem…se a sêde é real e o preço é bom.Se o motivo estiver ao alcance dos dedos…elês não nos decepcionam.Até inventam coisas.
PASTOR:–Ouço,entedo,mas,pouco compreendo.É como o tilintar de um trem ao longe.Apesar do pouco que ouço,acho bom o som.
EVAIR:– Compreenderá depois da obra feita.E não se arrependerá.Á bons obreiros…paga-se bons salários.E o preço é justo.
PASTOR:–É que a miséria, e a fome ronda… Sei aonde quer chegar.Me fala d’uma sociedade,não é isto?É o jovem que vem com os recursos,nós com a mão de obra.Por que não disse logo!Pra que tanto rodeio?
EVAIR:–Bravo,Pastor!!!..Pastor!!!…Não me basta ter o gerente…A gente tem é que gerenciar bem.Já ouço gritos dos talentos rondando o altar.
PASTOR:–Só pode ter vindo da parte de deus…ele ouviu as minha orações!
EVAIR:–(NÃO TÃO ATENTO)Ouviu?!…Ah,é,ouviu! Vamos caminhar por outro caminho.Deixemos de perder tempo.O sucesso!!!…O sucesso,chegará.Entrará por estas portas.Arrebentando tudo.Contaminando tudo.No lugar que o senhor puzer os pés,será contamido pelo sucesso.E este lugar será santo.
PASTOR:–Ai de mim!Com tanta esperança! Esta igraja já não comporta tanto.Imagina-se o que não pode esperar…mas a sociedade terá de ser justa aos olhos de Deus.Nem é mais uma obrar por fazer?
EVAIR:–É modestia!!!Acabe com esse cheiro de pobreza.Cabeça pra frente.É o sucesso, que nos espera. (ASSIM SEM JEITO DIZ)É…só assinar o contrato.Não…Não mediremos esforsos.Compra-se o que tiver de comprar.Reforma-se o que tiver de reformar. A vida se regala é na prática.
PASTOR:–É tanto dinheiro assim?Aqui se faz é na prática mesmo…Mas,se é novo, devemos esperar o melhor.Arriscar não quer dizer,ah,perdi o melhor!Que então seja o…Não me lembro de ter mencionado um contrato.Ai,a coisa fica….(CORTANDO)
EVAIR:–E,por outro lado pastor…Como sou relaxado! É,este! (MOSTRA O CONTRATO) Depois de asssiná-lo,ninguém mais fica parado..Prejuizo?…Nunca mais! Ovelhas gordinhas!…Casaquinhos…lã! Adeus bucho costurado.Ovelhas sã e sem pudor.Sem contar…(O PASTOR ASSINA O CONTRATO) Aí está…
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