CENA V

CENA V
 
(Numa igreja, destas que todo culto é fomentado pelos fatos anormais.Milagres,curas e muito falatório.O pastor Emanuel tinha sido convidado para pregar nesta igreja.Quando chegou viu que na porta de entrada uma multidão aglomerava formando uma bolo de gente.Um pastor ponha a mão na cabeça de alguns,o outro conduzia-os para o tanque chamado tanque de betseba.Mal o pastor encostou na beirada do tanque para olhar,viu um senhor deitado na cama.O fato chamou-lhe a atenção.Ele se aproximou do senhor.Com Emanuel estava Pedro e João).
 
EMANUEL:— O senhor não entra na água por que?
HOMEM:— Não posso senhor.Toda vez que tento vem um apressado e me joga fora.Não tem quem me carregue até o tanque.
EMANUEL:—O senhor crê na possibilidade da cura?
HOMEM:—Por Deus senhor.Vi gente sendo curada de cada coisa.Pra mim seria preciso um que me ajudasse.O resto é com Deus.
EMANUEL:—(Pondo as mãos na cabeça do Homem) Ordeno: saia daqui curado.( O Homem naquele instante se levanta.Olha admirado pra Emanuel) Agora pegue o seu catre e vai pra tua casa.( O Homem sai correndo com a cama nas costa.Quem o conhecia sabia que era um Homem que vivia deitado naquela cama a um mês.Um senhor de terno acompanhado por outro para o Homem)
SENHOR:— Quem lhe curou infeliz.
HOMEM:—Um moço.
SENHOR:—Não sabe que pra ser curado o cidadão tem que ofertar e dar o seu dízimo.
HOMEM:—Sei de nada não.Só sei que era doente agora estou curado.
SENHOR:—De quem foi a proeza? Aonde está o tal homem?
HOMEM:—Ali!…( Olha, mas não vê Emanuel) Já não está mais ali.
SENHOR:—Nesse caso o senhor deve a igreja.
HOMEM:—Devo nada não.Eu hein! (O Homem sai carregando o seu catre e corre)
SENHOR:—Mais essa agora.Viu só não quer pagar o tributo.( Os dois vão atrás do Homem que tinha sumido na esquina. Numa sala Pedro,João e o Homem conversam com Emanuel)
HOMEM:—Precisava ver a cara dos dois quando eu disse quem me curou. Queriam que pagasse o dízimo.Me seguiram até a esquina.Tive que me esconder.Vi os dois procurando feito loucos.Quando percebi que ninguém mais me espionava saí do esconderijo.Foi um sufoco!
PEDRO:— Fez bem a encenação?
HOMEM:— A mais de um mês minha gente,mofando ali naquela cama todo torto.Hi O pastor que não chegava.Estava com fome,cansado daquela posição. O cara que trás a comida faltou.Ah,eu ia desistir quando o pastor me fez a pergunta.Alívio foi o que senti naquele momento.Peguei a cama pus nas costas…O resto já conhecemos.
JOÃO:— Eu quis ajudar mas, ninguém permitiu.
EMANUEL:— Foi feito.Agora é parti pra estratégia futura.
PEDRO:— O cego de jerico ainda não tem dono.
EMANUEL:—Pois,pois! escolhi doze homens pra que? Pra apóstolos? Não senhores.Temos o cego de jerico.Já estamos a meio caminho nos ensaios. Será encenado nos comemorações do centenário das igrejas.É mês que vem.
JOÂO:— O que me intriga senhor não é o cego. É o Jurandy.
EMANUEL:— Esse é pedra pequena.
PEDRO:— Sãos as piores.Entram no sapato, e incomoda muito.
JOÃO:— E tem feito perguntas,críticas ao Batista.Ele não concorda com nada,nunca concordou.
EMANUEL:— Senhores,temos coisas mais eficazes à serem feitas.Não vamos estragar o nosso dia com aquilo que destempera o intestino.Já tenho esse nas mangas.É questão de tempo.Pegar firme no nosso cego de jerico é o próximo passo.Todos estão sientes do papel de cada um. Esse negocio de pregar em igrejas é que está tomando muito o meu tempo.Acalmem-se,está correndo tudo melhor do que acreditavamos que fosse ser.É dar continuidade e logo,logo a fama do pastor chega à mídia.É só questão de tempo,cuidado e trabalho,o resto é com as coincidências.Se desempenharem bem os papeis que os cabe,em breve seremos celebridades.Jurandy é ave só.Uma ave só não faz verão.No mais passem bem o fim de semana de vocês.
 
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CENA III

CENA III
 
(No meio da gritaria,música alta.No canto com um copo nas mãos.Jurandy e Batista conversam).
BATISTA:— Leva tempo eu sei.Ninguém planta e colhe no mesmo mês.Depois de ver o entusiasmo,a garra,a vontade de nos colocar no lugar de onde não devíamos ter saído.Coloco as minhas fichas no jogo outra vez.
JURANDY:— Não é muito cedo pra essa confiança exagerada?
BASTISTA:—Talvez eu tenha me excedido um pouco.Eu,o presidente acreditamos no que ele tem feito.É a emoção.Estou contente.O trem tem andado no trilhos.
JURNDY:— Emoções demais podem nos levar a ter ataques do coração.Eu não ponho a minha mão na brasa.É idealismo sem noção.Dai a pouco o cansaço lhe engole e adeus ilusões.Esse trem pode descarrilhar.
BATISTA:— Que pessimismo de mau gosto é esse seu.Foi escolhido por ele,tem um dos cargos mais almejados da empresa,fala nesse tom de enterro? Ora meu caro vai se lavar no coité.( E vai pra outro canto com o copo na mão.Emanuel conversava animado com João e Pedro,quando a sua mãe aparece,chama-o no canto e fala baixinho).
MÃE:— Meu filho a festa mal começou e a bebida já acabou.Na cozinha o comentários é desagradável.Não podia fazer alguma coisa?
EMANUEL:— Não mãe ainda não é minha vez.Que tenho eu com a falta de organização desta gente?
MÃE:— Por mim nada.Eu só vim por insistência sua.A vergonha não é minha.( A mulher sai.Emanuel pega do bolso um aparelho de celular e liga)
EMANUEL:—Pode abrir agora.Olha lá,não vai dizer que fui eu.
 ( O comentário geral foi: deixaram o vinho para servir quando quase todo mundo foi embora.Era vinho de safra especial.Saindo do casamento,Emanuel seguiu direto pra igreja.Vamos combinar uma coisa? O personagem é pastor de uma igreja no galpão do prédio da empresa.Quando chegou para começar o culto.Na porta algumas pessoas vendiam bíblias,salgados,roupa usada e bugigangas.Emanuel jogou tudo fora e espantou toda aquela gente dali).
EMANUEL:— Não venha fazer da porta da casa do meu pai  porta de mercado.Aqui é casa de oração.Se eu vir os senhores de novo aqui comercializando as porcarias que comercializam,chamo a polícia.
( Os fies assentados numa igreja lotada,nada entendiam.Assim que ele subiu ao púlpito,leu a passagem da bíblicas e comentou)
—Não estamos caríssimos irmãos no tempo de Jesus.Mas os tempos não mudaram.Alguns até crêem que mudou,mas não.Os homens….sim caríssimos irmãos.Sãos os homens que mudam e querem mudar o tempo.Querem por mordaça nos menos favorecidos.Querem mudar até o modo de o camarada orar.Não,que se não for de joelhos Deus não aceita a oração.Por um acaso esse herege conhece a Deus? Quem pode dizer uma asneira desta? Falam,sim senhores,falam como se tivessem acabado de andar lado a lado com Deus.Fazem belos sermões.Induzem os pobres à dar mais das sua economias.Tudo em nome de Deus.Mudaram os sacrifícios aliás,no tempo em que Jesus andava por este planeta,já vivenciava a corrupção dos que vendiam nas portas dos templos  cordeiros e aves doentes.É diferente hoje? Vou lhes dizer,não é.Desde que Jesus levou os nossos pecados pagando com o sangue não há mais sacrifício à fazer: mentira,não levam a serio isto porque continuam sacrificando os seus carros,seus apartamentos,rendimentos mensais. Tem muita gente desbrigada. Foram roubados por esses metirosos que lhe tiraram tudo.Mudaram? Em que lugar? Nas fogueiras santas.Nos bilhetes encravados ao muro de jerusalém.E tem um preço à pagar.Eles lhe enganam dizendo que Deus vai cumprir a promessa.É Deus por acaso o seu fiador? Eu posso fazer uma dívida em nome de quem não conheço? Se nem eles screditam em milagres.Induzem o outro a crer. Posso fazer compras e creditar essa conta em  nome de Deus? Não há espaço para isso.É assim que eles agem.Afirmam ao fies que Deus cumprirá com a sua parte porque está escrito.E ler o vesículo referente àquele trecho,mas não lêem o trecho completo.Assim é caríssimos! Ai,chego a nossa igreja,deparo-me com cambistas atravancados à porta da igreja….depois de uma cerimônia linda de casamento.Não pensei duas vezes,mandei-os cantar noutra freguesia.Aqui é casa de oração não mercado de vender óbolo.Escrevem nos envelopes o nome da benção e a descrição é um vesículo da bíblia.Outros que saíram dos centros de umbanda mudaram? Mentira! Continuam fazendo as suas previsões.Agora são chamados de profetas.Por que? Dizem: eis que eu o seu deus lhe falo.Dai em diante deslancham as profecias.Tem gente que vai às igrejas dos ditos profetas pra saber o que deus lhe falou.Assim é o circulo que vive a igreja nos dias atuais.Eu não vim pra mudar nada.Vim pra trazer a espada:disse Jesus.Assim termino por aqui.E a paz…se a gente ainda puder ter paz…esteja no meio de vós.
( Termina o culto ali por volta das quase dez horas da noite.Emanuel estava acompanhado com Pedro e João.Assentados no banco da frente esperavam ser chamados para ir embora.Saíram alguns do gabinete pa até que Emanuel apareceu se dirigindo para a porta,quando um homem encapotado da cabeça aos pés entra na igreja.Cochicha algo com ele que pede a Pedro e João pra ficarem de guarda na porta)
Emanuel:–Então!
NICOLAU:— Meu nome é Nicolau.Vou direto ao ponto já que conhece a empresa de onde venho. ( Tira a capa.Estava de terno).
Como um homem jovem como o senhor consegue em pouco tempo tirar do abismo uma empresa em poucos dias?
EMANUEL:— Depois de muita luta e perseverança.
NICOLAU:— O que gostaria era poder  ter essa confiaça.O que posso fazer pra aprender com o senhor?
EMANUEL:—Isto não se aprende senhor Nicolau.Faz-se.A necessidade faz o cristão dialogar com a calma e a tempestade.
NICOLAU:—E sem medo? De todo modo que a coisa segue? Não se ergue das cinzas uma árvore que vai ser devorada pelo fogo.
EMANUEL:— Sozinho não.Contei com  a ajuda de gente bem posisionada. 
NICOLAU:— Gente do meio do povo, sábia.
EMANUEL:— Se são assim não sei.O que sei que deram conta do recado.
NICOLAU:— E o que devo fazer pra pelo menos torna-me amigo do senhor?
EMANUEL:— Um concorrente? Senhor Nicolau ao que me parece pra empresa não é uma boa tacada.  Pesoalmente nada tenho contra o senhor.O que eles acham o senhor já sabe.
NICOLAU:— Basta-me a sua amizade.
EMANUEL:— Não é preciso fazer força.O  senhor a tem.Agora se me der licença estou pregado tive um dia conturbado.É casamento,culto decisões.O senhor me entende.
NICOLAU:— Com razão,é louvável! E o que devo fazer pra entrar no reino dos céus pastor?
EMANUEL: Deve nascer da água.Pois é da água que brota a vida.E do Espírito que nasce, e provém do batismo.Mas, é necessário que nasça de novo.
NICOLU:— Eu um homem velho? Diga-me de que maneira entraria eu no ventre da minha mãe pra nascer de novo?
EMANUEL:— Se não nascer do Espírito não se tornar à carne não há salvação.Só se vive de novo quem nasce do Espírito.
NICOLAU:— Deixa pra lá.Vamos  dixar do jeito que está.É muito complicado para o meu entendimento.Eu como o senhor sou peça de uma empresa que por erro do destino é concorrete da sua.Mas,  sou de boa paz.E é por isto que estendo-lhe a mão.É em nome da admiração e  pela sua competência que assim ajo.Tenha um resto de noite melhor,já que a  noite começou de um jeito que não devia.
EMANUEL:—Não tenho o que me queixar,mesmo assim obrigado.( Ele veste a capa e sai do jeito que entrou.Pedro e João voltam.Emanuel já estava de saída)
  
CENA IV
 
 ( A igreja é outra.Enquanto Emanuel se prepara para começar a pregação.Jurandy e Batista põem o papo em dia).
 
BATISTA:— Só um coração generoso faria uma coisa daquela.E os comentários? Não se entendia de que parte havia saído o vinho que enchia os copos.Os anfitriões esfregavam as mãos sem saber o que dar pra aquele povo sedento beber.Ai surgiu o milagre.Emanuel com um simples telefonema resolve.O que parecia vergonha acabou virando aplauso.
JURANDY:— É um método que não aprovo.Se a coisas feita do jeito que foi, causou o que causou.Imagina algo surrealista.Não,eu continuo de mãos caídas.Não aplaudo uma coisa assim.
BATISTA:—No fundo aceita e como nós, se enche de amor.Só o amor pode fazer uma coisa assim, e transbordar-se de felicidade.Viu a cara do dono da casa? E dos noivos? Tem coisas melhor do que isto? Não há dinheiro que pague um gesto desse.
JURANDY:— O senhor fala com o coração.Dá pra ver que se explode por dentro quando fala.Eu ajo com a razão e é so.Não me deixo levar por um punhado de generosidade.Sou realista! Os realistas senhor não falam com o sentimentalismo.Agem com a cabeça.É do coração que vem as discórdias,os maus pressentimentos.A cabeça governa com exatidão.Quisera eu ter a vontade que tem o senhor.
BASTISTA:— Cada vez mais me convenço que fizemos o certo.É um homem íntegro.
   ( Emanuel conversava com uma mulher que viera lhe trazer um copo d’água)
EMANUEL:— (Olhando para o copo) Puzeram cloro dentro do poço de onde esta água saiu.O rio poderia até ter sido rio de águas turvas.Mas, o cloro a purificou.
MULHER:—Veio de um lugar aonde o senhor com toda a sua sabedoria não ia poder saciar a sua sede lá.
EMANUEL:— Poderia dar-lhe a água da vida.
MULHER:— Com que caneco? Não ia poder chegar a um milésimo do poço.Pastores,só se fossem da gente do lugar.É um lugar de adoração.
EMANUEL:— Se fosse lugar de adoração não haveria acepção.Há tempo de adorar e tempo de enxugar lágrimas.Outro tempo em que se adorará à Deus em qualquer lugar.
MULHER:—Bobagem.Só se pode adorar a Deus nas igrejas e nos templos.
EMANUEL:—Engano da senhora.Pode-se adorar a Deus em qualquer lugar.Deus é Espírito e é em Espírito e em verdade que é feita a adoração.Se eu não beber a água vinda dos lagos ou rios,morro,mas se eu beber da água oferecida pelo Espírito,vivo.Ainda que morra na carne permanecerei vivo no Espírito.O Espírito é que vivifica a carne.
MULHER:— Não existe profetas nos dias de hoje.Se o senhor fosse profeta saberia tudo de mim.Não perdiria o seu tempo explicando anedotas.
EMANUEL:— Não me chame do que não sou.Mas sei que muitos homens a senhora matem prisioneiros  n’alma.Seu sexo  os mantém enjaulados.A alma se junta à do outro na hora do prazer.É por isso um só corpo,uma só carne.Mulheres como a senhora ainda que não aceite,é gaiola aberta enjaulando homens.Tem muitos e não pode os chamar de seu.
MULHER:— Deus me livre do senhor.Que lhe contou tal segredo? Até aqui vivi em total sigilo.Tenho vergonha,e se sabem são capazes de expulsar-me do bairro.Meu Deus é segredo!
EMANUEL:— Fique descansada.Continuará sendo só seu.Ainda há como modificar se a senhora tiver o que mudar.Se limpar como se limpa a lama do meio do gramado.
MULHER:— De que modo.Eles não querem outras. Meus dotes e meus fetiches que os mantém aprisionados a mim.Nada mais é do que um capricho deles.Eu sei fazer a coisa certa.E sei que pra mim não há senão água turva como disse o senhor.Nem cloro há de me redimir.Muito menos solução pro meu pecado.
EMANUEL:—Pense na lei da causa e do efeito.O que se planta é o que se colhe.(Ele olha o relógio) Deus do céu o tempo passou feita a água a cair d’uma cachoeira.Tenho que começar o sermão.Há cloro Para sua redenção.Pense nisto.
( A mulher leva as mãos à boca estarrecida enquanto ele sai apressado passando por Batista e Jurandy.Antes que os passos seus o conduzisse ao púlpito.Um senhor segurando uma pasta de cabeça baixa alcança-o e o puxa para um lado).
 
O Senhor:— Pastor,sei que és mui ocupado.E dos feito que o tem mantido afastado das obrigações que o molestram.Por tudo que é de mais sagrado,tenha misericôrdia deste farrapo humano.Tenho um filho à beira da sepultura.Uma mulher que não sabe mais o que fazer com tanta tristeza ao redor do nosso leito.Uma doença desconhecida que come o meu filho e a nós que sofremos com ele.Os médicos já não nos desenganou.Não  nos dá além de alguns dias.Dias passam e a hora não chega.Não queremos nos ver livre dele.Para calar o seu sofrimento e o nossos,é preferível que a morte venha logo.Bom é para ele, nos acalmará,embora nunca mais deixaremos de sofrer ao lembrar-mos dele.Pelo que tenho ouvido.O senhor tem o dom da cura,já curou outros e até fez o vinho se multiplicar naquele casamento.
EMANUEL:— Uma coisa é dar alguns telefonemas e a coisa aparece.A outra é fazer tal milagre.Senhor deculpe-me não possou tal dadáviva.
O SENHOR:—Creio que se o senhor daqui ordenar a doença o abandona.Nem é preciso ir lá em casa.Basta uma ordem sua.
EMANUEL:—Nunca vi tamanha fé.Olha que já andai por tantos lugares.Convivi com todo tipo de gente e nunca ouvi alguém dizer uma coisa assim.Vá meu filho,também creio que Dues já ouviu a sua oração.Pode ir em paz.( O homem saiu alegre crendo que ao chegar em casa encontrará o seu filho rindo abraçado à sua mãe)
JURANDY:—Não acha que está estrapolando? Uma coisa é o fator ter fé,a outra é o abuso da fé.
BATISTA:— Caro Jurandy não compactuo com o seu raciocínio.Ele sabe o que está dizendo.
JURNDY:—É pior ainda.Errar sabendo que comete o erro é o pior jesto que cometemos.Ainda mais se tratando da vida das pessoas.Ninguém sabe o dia de amanhã.Eu não posso afirma uma coisa que não conheço.
EMANUEL:— Disse o muito bem.O senhor não pode.Vamos que o culto já começa.(Emanuel entra numa porta sem dizer mais nada)
BATISTA:—Qual é a sua Jurandy?
JURANDY:— A minha? Que minha? São todos loucos.Ele está cada dia mais louco.Só falta fazer chover.Se se convercer disto estamos fritos.Vou é embora deste mundo idiota de vocês.(Jurandy se vira sai deixando Batista sozinho).
 
                   

 
 
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O LOUVADEUS

(O auditório estava lotado.Quando Emanuel entrou vestido com o seu terno marrom.Batista estava assentado na cadeira do centro depois de ter entregado os diplomas aos que passaram nos concursos da empresa.Emanuel caminhava a passos lentos até o local marcado pelos organizadores.Batista olhou-o nos olhos e no mesmo instante de uma aparelho ligado no canto e no telão apareceu o dono da empresa e sem mais nem menos disse)
:—Este é o meu filho adorado.
(Batista olhando para a platéia começa o discurso)
 
BATISTA:— É muita honra diplomar o nosso novo diretor geral. O homem que veio tirar a mancha deixada pelo seu antecessor.Como foi o cordeiro que tira os pecados do mundo.( Houve aplausos assovios e gritos na platéia).De modo que aninhamos feito as aves que aninham os seus sem deles exigir o troco.Estamos abertos às novidades como os rios que se dão com o mar, embora as sua águas não sejam iguais.
 
Depois do discurso houve festa.Emanuel saiu do salão comemorando.No dia seguinte começou a escolher os seus subordinados.
 
             CENA I
 
Emanuel está na sua sala conferindo extratos.Falando ao telefone.Examinando tudo o que pode.:
 
EMANUEL:— Dona Satisfação,pode mandar entrar o primeiro pra entrevista.(Em poucos minutos um homem forte,bonito mal vestido está em pé diante dele)  Pedro não?
PEDRO:— Sim senhor.Meu nome de nascimento.O senhor mandou me chamar eu vim.
EMANUEL:— O senhor trabalha na seção de caça e pesca estou certo?
PEDRO:— É sim senhor.
EMANUEL:—Salário mínimo presumo.
PEDRO:— Com algumas extras é um pouco mais.
EMANUEL:— Sei! Tem filhos senhor Pedro?
PEDRO:– Tenho não senhor.Sou casado de pouco.
EMANUEL:—Aham! Que acha de uma promoção?
PEDRO:—Bom,é bom! Quem não gosta de ser promovido.(Houve um longo silêncio)
EMANUEL:— Pode ir senhor Pedro.Mando avisar quando tiver feito a autorização.
                     (Examinando mais alguns papeis ele pede pra entrar outro)
 O próximo dona Satisfação.
( Outro homem um pouco melhor.Não está nem bem vestido nem mal vestido vai sentando na cadeira e começa a perguntar)
JOÃO:— Precisamos prestar mais atenção o senhor não acha?
EMANUEL:— Mais atenção em que?
JOÃO:— No setor.É uma desorganização só.Não adianta ajuntar as coisas.Tem sempre um mão aberta pra jogar de volta no lugar que não deve.
EMANUEL:—(RI) De quem é culpa?
JOÃO:— Nunca aparece quem fez.
EMANUEL:— Chefe não tem neste setor seu João?
JOÃO:— Cá pra nós.Ter tem,mas é o mesmo que não ter.Pelo amor de Deus não diga que eu disse.
EMANUEL:— Se o senhor fosse o chefe do tal setor,que faria pra manter a organização?
JOÃO:— Antes de mais nada.Demitia um bocado de gente.Morcegos,são sanguessugas.Na hora do café,sabe o que eles fazem? Grupinhos pra meter o pau no chefe.E fica todo mundo puxando o saco dele na presença.E pelo amor de Deus não mensione isto à ninguém.
EMANUEL:— É bom esse chefe do senhor com a equipe?
JOÃO:— Depende do trato que a mulher der nele.Se ela dormir de calça, é em nós que desconta.Se dorme….( ELE CORTA)
EMANUEL:— Entendi seu João,entendi! Vamos averiguar.Mando chamá-lo quando me convier Tá bom pro senhor?
JOÃO:— Na hora que me avisaram pra vir aqui,pediram pra eu pegar leve com o chefe.Ele mesmo me disse: olha lá o que vai dizer.Não vim reclamar nada,muito menos pedir,mas se o senhor….(Mais uma vez ele interrompe)
EMANUEL:—A minha intensão é conhecer os que trabalham na empresa senhor João.É pra avaliar somente.Obrigado por vir.
   ( O homem que entra na sala tem o apecto…diferente.Observador,fala medindo as palavras)

EMANUEL:— Jurandy! Contador,confere?
JURANDY:— É.
EMANUEL:— A quanto tempo trabalha na empresa?
JURANDY:— Não está especificado nos papéis?
EMANUEL:— Está.E é preciso a confirmação.
JURANDY:— Está a me confundir.Não é esse o jeito do meu trabalho.A simples menção do meu nome e o cargo não é o suficiente?
EMANUEL:— Seria se não fosse eu o entre.Me ocorreu a idéia de fazê-lo assim.E assim é.
JURANDY:— Aplausos! O senhor é o diretor geral.Recém empossado,mas é o diretor.
EMANUEL:— É sincero senhor Jurandy. Isto me aproxima mais do senhor.Se não fosse o entendedor que é, no que lhe compete na área que trabalha. Teria lhe encaminhado para sala dos que vão e não retornam.A sua abilidade e competência impede-me de fazê-lo.
JURANDY:— Agradeço senhor.Mas,não estou,nem pretendo aumentar a minha carga que já é pesada demais.Atendi ao seu chamado como os demais por pura curiosidade.Tenho em mente a coisa do jeito que é,não pretendo mudar nem um til.
EMANUEL:—Mais uma vez louvo a sua honestidade.Não viemos ao topo pra simplesmente mudar o que já existe.Somar senhor Jurandy,somar.A meta é subir,alcançar o céu convictos, pisando em solo firme com a certeza da colheita. Sem sucesso vive aquele que não conhece o terreno que planta.( Jurandy não deixou de esboçar um sorriso)
JURANDY:— Agora vejo campo aberto e a tal luz no fim do buraco.Empreendimento de fato.Se não for obra somente da suma imaginação.Dá pra plantar e muito.Há terreno e o terreno é fétil.
EMANUEL:— Viu que não me engano.Visão senhor Jurandy.Homens de visão ver além dos montes.Quando sobe não imagina,sabe o que há lá.
JURANDY:—- Mas….é íngreme,uf,e como é!
EMANUEL:— Com as cordas certas e o material adequado a gente encontra o ouro.Estamos só começando a escalada.Há uma meta à ser atingida.Pra isso preciso do senhor.Da sua experiência.Do seu conhecimento de contador.Vamos lidar com cifras.Abater a concorrência sem alarido.
JURANDY:— Já gosto do que vejo.Confesso,quando entrei aqui e vi o senhor lendo estes papéis feito quem lê prontuários,desanimou-me.Vendo agora do outro lado da ponte.O monte não é tão pedregoso

EMANUEL:—-E não se atem somente ao espaço.Existem normas a seguir e formatar.Pode não ser alto conforme o mostrado na foto,mas que é longa a caminhada é.A sua contabilidade pelo visto avalia a obra, e forma o próprio cardume.
JURANDY:— Não o acompanho.De que assunto estamos falado senhor?
EMANUEL:—- Esquece! Quando me empolgo ajo assim.O que quero dizer é: na sua seção tudo se encontra em forma.É organizado?
JURANDY:— É,de certa forma.Como responsável pelo que entra e o que sai,sou meio perfecçonista.Tento fazer a coisa correr sem transtorno.
EMANUEL:—- Compreendo! E corre bem?
JURANDY:— Se dependesse só de mim,ou dos que lá trabalham,correria.A cima do mote tem o céu e a cima do céu tem planetas.Não concilia cem por cento.
EMANUEL:— Agora eu que não entendi.
JURANDY:— O senhor acabou de chegar.Não conhece o sistema operacional desta empreza.A cima do senhor é o diretor que ninguém vê que comanda.A baixo fica o senhor.E existe ainda o intermédio.É aonde habita parte do problema.
EMANUEL:— Continuo não entendendo.
JURANDY:—Não se põe vinho novo em odre velho.Não é o que se diz? Para que aja sintonia perfeita é….se possível for…preciso trocar tais odres.
EMMANUEL:— Desculpe a minha insistência.Não dá pra ir direto ao ponto?
JURANDY:— Não fui eu.O senhor que me veio com essa de subir montes.Abafar a concorrência,saltar com destreza.
EMANUEL:— O que há de inveredito nisto?
JURANDY:—Nada.Só que no meio do caminho tem cascalho.Entre o senhor e o presidente tem um vice.
EMANUEL:—É problemático!
JURANDY:— Não,não é.É desafiador! Agora já posso ir?
EMANUEL:— Depois de tudo o que disse? Engraçado,pensei que seria mel assumir como diretor geral. E a gente vai ter que passar pela ponte, com sorte chegaremos a salvos do outro lado.Está certo.Pode ir,não quero detê-lo por mais tempo.Obrigado por me abrir a mente.
JURANDY:— Conte sempre comigo.
                    (Jurandy sai deixando Emanuel pensativo.Ainda tinha alguns para serem entrevistados,mas encerrou a entrevista.
]
                                                                       CENA II

 

(Na sala,há algumas cadeiras em forma de meia lua encostadas na parede.Jurandy,Pedro João e Levi sentados espalhados discutem)
 
JOÃO:— De minha parte não conta.Achei esquisito como ele me tratou.E quando falei da desorganização do meu setor,desconversou.
PEDRO:— Tem mais alguém que não entende?
LEVI:—- De mim não precisam esperar nada.Foi curto e honesto.
JOÃO:— Esse ai fica passando o dedo o tempo todo neste quadrado espelhado.Não vai dizer alguma coisa?
LEVI:— O do tablet? Está na mesma situação.Pra mim é bota fora.Vai é nos mandar passar na sala do bota fora.Todos no olho da rua.
PEDRO:— Não acredito.Pode até ser,mas não acredito.Vamos esperar a renovação.O Diretor acabou de tomar posse.Precisa mudar muito aqui e ali. Nós sabemos muito bem aonde a corda vai arrebentar.Eu não acredito em admissão coletiva.A empresa não está com esta bola toda.
LEVI:— Tem razão.Sendo cobrador da empresa é o meu dever ficar por dentro do que pode e do que não pode.Jurandy é contador, conhece melhor a contabilidade da tudo.
JURANDY:—- ( Desliga o tablet furioso) Demorou,demorou mas me enfiou nesta conversa  horrenda.O nível senhores. O nível é outro.Fico imaginando quando entrar por aquela porta os outros escolhidos.Isto aqui vai virar uma zona só.
PEDRO:—Olha o palavreado senhor.Esperamos,e não sabemos o que nos espera.Não adianta ataque de preconceito.Tampouco discriminar.O barco é o mesmo pra todos.
JURADY:— Vou ter que aguentar isto também.Querem a minha opinião? Estou de acordo com Levi.É um bota fora sim.Um homem que diz o que disse,é um idiota,não conhece norma nenhuma. Jamais conseguirá levar esta empresa a lugar algum.Se estou aqui ,é pra saber o que todos querem saber.Não espero nenhum resultado.
JOÃO:— Não acredito é no senhor.Jogando assim as palavras.O que tem é medo de perder o emprego.Tá sua cara.
JURANDY:– E quem é o senhor pra dizer isto? A minha situação é muito confortáveis.Ainda sou o contador embora as circunstâncias pareça-me contraditórias.Emprego tá sobrando na minha área.
LEVI:—Eu não diria isto.Só sei que, tem algo de podre rondando o norte.
JURANDY:— Algo o que?
LEVI:— O senhor não sabe? O diretor geral  não nos deixou um desfalque enorme nas contas? saiu e deixou rastros.
JURANDY:— Ninguém tem certeza de nada.Não convém o senhor sair por ai soltando aos quatro ventos suposições.Ainda mais na frente de gente estranha.É assunto particular da empresa.
JOÃO:— Não somos mais estranhos senhor Jurandy.Nesta sala fazemos parte da conversa uns dos outros.O que for dito aqui,daqui não sairá.
JURNDY:— É o que todos esperamos.Pois bem,eu não confio no novo diretor geral.´Tem muita fantasia na cabeça.É imaturo.Não suportará a pressão.Jamais,jamais resolverá a situação financeira da empresa.Pode até tentar,inteligente ele é,mas não sairá do meio fio.
LEVI:— Eu acho que o senhor sabe de coisas que nós não sabemos.Foi quem ficou mais tempo lá dentro com ele.É contador,conhece lugares e labirintos que ninguém aqui conhece.Acredito até que o senhor sabe o motivo destas cadeiras em doze perfiladas da maneira que está.E digo mais,se é admissão o senhor tá fora também.
JURANDY:– Sei de nada não.Sou tão cego quanto vocês.A apreensão é a mesma.Como todos, também recebi o convite pra está nesta sala neste horário.Não sei de mais nada.
PEDRO:— Eu acho que estão se gastando atoa.Sofrem do mesmo medo.No fim não é nada disto.É só pra nos conhecer melhor e aumentar o trabalho que já não é pouco.
JOÂO:— E pra que doze cadeiras?Tem que haver doze bundas pra sentar nelas.
LEVI:— Não dou importância a isto.Está é uma sala de reunião.Elas moram aqui.
JOÃO:—Não senhor,moram não.Eu mesmo mandei trazer as cadeiras.Esquecem que sou o responsavel pela faxina.O Pedro é pelo lado da pesca.Cada um aqui é encarregado no seu setor, confere.
JURANDY:— Eu não sou chefe de nada.Muito menos encarregado.
     ( Porta é aberta,outros homens entram acompanhados de Emanuel.Cada um senta em uma cadeira completando o quadro)
EMANUEL:— Peço que me desculpem pelo atraso.
    ( Emanuel chega com uma cadeira na mão.Coloca-a  perto das outras.Assenta e começa a conversa.Ele se vestia como os demais.Diferente de Jurandy que trajava terno e Levi que se vestia socialmente).   Alguém tem perguntas? ( Ninguém responde nada) Vamos aos fatos então.Devem está se perguntando.O que será isto? Que quer esse novo diretor geral? Agora é a hora das respostas.Aposto que de tudo aquilo que ocorreu nas mentes dos senhores,nada se encaixou em parte alguma. Vou direto ao ponto. Os escolhi entre muitos.Analisei,investiguei e cheguei a conclusão.É de gente como os senhores que a empresa precisa.Não,não digam nada ainda.Escolhi doze: podia ter escolhido mais,mas preferi doze,e dos melhores. Doravante senhores,seremos uma equipe.Cada um na sua função é claro.Cada flor no seu vaso e cada restia com o seu alho.Tem muito o que fazer.Por isto os escolhi. Ah,amanhã pra comemorar vamos à celebração das bodas de uma funcionária.Não aceito não como resposta.É pra mostrar que vamos elevar a moral da empresa elegendo gente da camada inferior.\Gente do povo.Que fala diretamente com o povo sem clichê.Gente que faz! Na semana que começa vamos iniciar as nossas atividades.Há que aumentar o prestígio da empresa,como conseqüência o seu crescimento no pib.É pra isto que os escolhi.A empresa crescendo os senhores crescerão com ela.Somos senhores uma só mente num só propósito:crescer a qualquer custo.Convido-os a dar mãos em sinal de concordância e efetiva união.Seremos como águia cortando as nuvens no infinito.Salvar o mundo a gente não vai,mas a empresa a gente tem a obrigação de salvar.
 
 
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MIQUINHOS

 

É muito agradável ver os miquinhos comendo e o outro que carrega nas costas o filhote.

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THE GAZOFILACIO

SCENE I

HAD FINISHED AND WORSHIP OF MEN WEARING SUITAN , SEATED IN THE END OF THE ROW. JESTER ABIDE BY EACH OF THE REPORT MADE AS PASTOR OF BIBLICAL TEXTS.

PASTOR :_…. And the Lord keep thee: The Lord put his hand upon thee, that we had our eyes on you and give you peace. (MINUTES LATER, ALL OUT OF THE CHURCH, THE MINUS MAN, THAT continuity is based).

Evair: – Well taken advantage of the service.

PASTOR: – It is what God expects of us. The message must follow the listener and it accepts of which church the visitor?

Evair: – I’m walking.

PASTOR: – Here we like to even visitors we are family  only one who does not attend another church, come back!

Evair: – Good is the Church of …. airy!

PASTOR: _e of the people of God.he A pastor administer must take good care of their ove sheep’s what pleases the eyes of God.

Evair: – E. .. looks very Zeal? … … It fits in the offer.

PASTOR: – Come for the first time, I understand! … But if you are offering home of the living God. If you feel cramped.God love giver any joy amount in fwell known alls as it is … Do you like who supply mainly when given to heart.

Evair: – I understand! O. .. Otherwise the house is very poor of the Lord?. (Sardonically)

PASTOR: _ Forgive me my I’m young to close the church … You can give your offer if you fall but well, the night is not without waiting to surprise us.

Evair: – It .. still has the holiday tomorrow … who knows … fear not, you are not belittling my oferta.O evil is that neither the estimated amount.

PASTOR: – many cults I am now I need to compose myself … If you’ll excuse me!

Hora.Volte It’s another day … I must go … the church must be closed.

Evair – So You frighten me! Close to that, if the verb is opening more and more? And you have nothing to do today.

PASTOR: – (a little scared BUT FIRM AND CALM). Cheating your Self not stop.

Evair: – Ah … The endless visits.

PASTOR: – Every good pastor is seen as walking the Caring for sheep, and well!

Evair: – Mostly gordinhas.Se and walking a lot … decreasing to but fat not even have the and the foolish rebels not always the wind blows from which one hopes is not true?

PASTOR: – I do not understand … It comes as no work has Want to know pastoral winter sets what you mean by this conversation?

Evair: Deception — Mr. … I know him very and I admire’s work is that here  And I am both grazed without masks.

PASTOR: – I know! It is prayer! What is needed is prayer should have said soon. (GO PUT YOUR HANDS on his head refuse).

Evair: – Take it from me.

PASTOR: – What do you then?

Evair: — Mr. Shepherd, Sir! (THAT IS EVEN MORE CONFUSED)

PASTOR: – And what they want from me?

Evair: – Nothing. Do not want to imagine what is already yours. (CLOC Evair IN THIS HAND ON THE HEAD OF THE SHEPHERD, AND NOT TRYING TO GET RESTIRAR)

PASTOR: – But if you want … din say. We are …. Look here … I was bought by … oh,  sudden! What a pain!

Evair – Sit here pastor … Sin is not logical, but it is the currency. It is a good  No price hurts nothing and still pays the form.

PASTOR: – This church is consecrated by they were holy God dirt on the other, not here!

Evair: – It is good to motivação.Uma thus overcomes I value on your buy!

PASTOR: – I’m dizzy. A confused mind! No more know what I have to say.

Evair: – It is made drop of water crashing down against the wind in the cracks of erosion.

PASTOR: – Have I done something wrong? Sorry my I’m upset felt sluggish.

Evair: – In that verse is written, that children should pay tithes? Or give offerings?

PASTOR: – Not  this may up to parents only.

Evair: – And to weave the web, we have another any Child do.The contribution as tithe but also pays you.

PASTOR: – This is the home of lord’s dishonest, illegal.

Evair: – Since I admire, such as gloves that quench your fingers, nothing is … nothing is. Nothing illegal is illegal All legal and can do everything.

PASTOR: – You took me by I’m surprised without condition … give me time …. It’s just time for me to my flesh still recover I tremble in your pants legs.

Evair: – It is not and we have the crusts  time so we end up biting .O villain … is the expensive time pastor.

PASTOR: – No time nothing can be done …. I’m feeling unwell, do not want to come back another time? Tomorrow who knows!

Evair: – Sit pastor. Well want to take the place of why not run here  fine until we lose.Not trying to exaggerate travel To tomorrow a that tomorrow would be another if we are finding now.

PASTOR: – There is something strange here.Not know what, but it has got!

Evair: – Can be … the excitement! It is time for business! It’s perfect! It is a business, profitable and plural. (IT’S A WALK AROUND THE PASTOR.OLHA SEES THE GAZOFILÁCIO.PÕE HANDS, THE PASTOR’S BACK.) See, there?

PASTOR: – The Gazofilacio?

Evair: – It’s yours.

PASTOR: – It is not, is the church!

Evair: — I ask … I’m not saying it’s yours! I’m giving your It is even ! Giving, as who gives something to someone.

PASTOR: – Must have a good amount.Today there was more faithful than .It offers day.Pertence of tithes and church.

Evair: – It is not my man! Handle, … is your future, and this will be close. We will deliver something in your hands .A church Best another, bigger, and you will overcome real. You manage everything and bem.Nova church … it’s all new pastor.

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SCENE II

SCENE II

PASTOR: – accompany him as?. And my faithful?

Evair: – Who said we want this? Here is the senhor.Here is the place of the pastor. I turned to see him whenever I can not puder.Se Someone comes in my lugar.Get quiet.  Never be the pastor.

PASTOR: I see everything here _ wish crowded. (Spoken as if thinking) A church with few members But is crowded … … thing is another.

Evair: – without giving much thought … _ Would be useless to convince the sod? Water would be pouring money into arid land? … It is fertile or not this lump? … See! .. Cost me less time than  … if the place is real and the price is good.If the subject is at your fingertips …  They do not invent things.

PASTOR: – I hear, I understand, but just as.And the clink of a train to longe. the little I hear, I think good sound.

Evair: – You will understand after work . Good workers are not paid to be good … The price is right.

PASTOR: – It is that poverty, hunger and round … I know wherever .Me speaks of a society, is not it? It is the young man who has the resources, we obra.Por with the hand that does not say so! To dodge that so?

Evair: – Bravo, Pastor Pastor !!!.. !!!… I do not just have the manager is … We have to manage talent . Hear cries of circling the altar.

PASTOR: – You can only have come from God … he has heard my prayers!

Evair: – (SO NOT AWARE) heard ?!… Oh, you heard! Let’s walk through another losing Let path time.The success !!!… Success, by these enter all doors rumble contaminating everything.No place that you put your feet, will be contaminated by success.E this place is holy.

PASTOR: -wings , with so much hope! This church no longer holds then.Imagine is what can not wait … but society must be fair in the eyes of God. Nor is more a means act to be done?

Evair: – It’s modesty! Finish with the stench of poverty. Upside ahead.what success that awaits us. (SO SAYS NO WAY) It’s … just sign the. No effort purchase contract… We will spare yourself what you have to buy.

is what I have to retire. Life is treating yourself in practice.

PASTOR: – It is so much money? Is done here is practically the same … But if you’re new, we expect the risking best not to say, ah, I lost the best! That is so not me o. .. I remember acontract .And mentioned, it gets ….( CUTTING)

Evair: – And on the other hand … As a pastor I am relaxed! It is this! (SHOW THE CONTRACT) After signing it, nobody else stands Loss ..? … Ever! Plump sheep! Jackets … … wool! Goodbye belly sewn. Sheep and without sound pudor.Sem tell … (The PASTOR signing the contract) … There is

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SCENE III

SCENE III

(The SHEPHERD ENTERS FOR GABINETE.LAERT IS STOPPED IN THE DOOR WILL LEAVE .EVAIR … SHOULD REMEMBER THAT THE SAME ACTOR, play both roles)

Laertes: – Vair Hi!

Evair: – Laertes! Does what here?

Laertes: – The same.

Evair: — What?

Laertes: — confiscation.

Evair: — Oh no! It was a strategically planned work.

Laertes: – Dear Vair, we can disable trap. Before being activated.

Evair: — It’s supposed to intimidate? No I have too much trouble for going .A collapse can still be your reward ..

Laertes: — Reward? … And persuasion comes? … The pastor knew prepare well.

Evair: – I persuaded?! .. It was nice to say … saw that guy horny? … And saw how good it is a case ouviu.Aquele Pastor perdido.Queria because I wanted to … bribe me with that conversation .Desire? New Church …Mention the all new share offerings and tithes .. No. .. of course not .My work does not go by that .These Pastor eh! well … How wrong! Laertes who sees my dear … do not say.

Laertes: – I will not even talk about the seduction!

Evair: – How sedu? … I would not but I turn! Good thing there was to serve for .. Me there or strong wind away from the path.

Laertes: vair-My dear! Vair Ah! He was deceived by a pastor!

Evair: – It was just … wrong.O corrompe.Saem of artifice, to fall in the artificial.

Laertes: – Touched! … I am touched. What genre do you prefer? Drama or comedy?

Evair: – Not considered changing nada.These Shepherd is not innocent, open your eyes? Doing something for sinners is e. .. proud to make this treat. Innocent is worth … if I can not stop the conversation, was able to …. I do not know well that the que.Ainda Laert. Saw him go … as I felt relief at that time.The hope.Done a good distance to see what they saw and heard.

Laertes: – Looks good to me Vair.Well, front.

Evair: – Please! … I See you make me do a stupid thing. That pastor was just taking .Is already .Now can excuse me and let me pass? (Laertes is seriously)

Laertes: – How many times … have been coming here?

Evair: – sssó is on … .. yesterday! E.. .. je Ho!

Laertes: – Okay tremendous Vair..Say me just as often.

Evair: – You what? If I say the truth, summed up, if I lie, he says.

Laertes: – Speak to .Ah, I forgot, do not know what this is! Not as entered.

Evair: – But I just said is the truth a. …

Laertes: – And steals souls?

Evair: – It is the same as stealing objects.

Laertes: – Not there fault?

Evair: – Now this will acquit … …  This son of his sheep by a handful of states that are . Sheep, I gave … I do not, is sold. .He asked and thriving church that so if I swap my .He wants, seeing .No charging price .. I do not give, sell, and sold well.

Laertes: – Fair? Playing .And souls on fire, he played with the way you play malicious, and usurping trapaceando worse.

Evair: – I’m not understanding this speech. Who lived in deception, I’m not eu.Not move by greed or by hunger, I keep asking .Not is my choice, it is I who seek deles.No, they are. I have already said it, but the price is what I pedir. More nor less.

Laertes: – He uses poison, is not it? To you and overcome the limits? Skip over them will deny them a fair choice?

Evair: – It is just to amaciar.How the rust that the to soften! … No, but the choice is always only on their own.

Laertes: – Have mercy?

Evair: – I wish I could Tues Torture is not torture. I need them, as need is antigo.Tanto ti.Esse chat with your self and we have the same reason, and the same .If take or not take it well, the way you end up in the same place . And the rope tightens in one form or another.

Laertes: – And the Gazofilácio?

Evair: – It was a joke. He believed? Do not say yes?

Laertes: – Play right!

Evair: – not yet used to my playfulness? In the end I enjoy as well.

Laertes: – What do you want in return?

Evair: – What? … It may be that Gazofilácio not be a fair sum. After long hours of .Do time final. Who know! … Restless waiting.

Laertes: – .Who gold is not so much interested to know the price.

Evair: – Oh, the whole thing .And price is the same.

Laertes: – A promissory note is with me, or prefer to ignore?

Evair: – pro mis … .. Sory? Are you talking of?

Laertes: – You know very well what? It’s in your power.

Evair: – Now go snooping lives of others? The yeast will fall apart now?

(Evair get nervous)

Laertes: – Those who enjoy flowers, beware of espinhos.Não is harvested roses without thorns to guard my dear Vair.

Evair: – Nonsense … is not so important d’assim.Nem run after a drop in the middle of  me for what? For a crap about anything? Not much work goes dele.So pass from having to renew everything, I am tired of thinking.

Laertes: – You do not understand the true value of pleasure bye (Laertes GO OUT, BUT HE STOPS)

Evair: – Show what is the least. (Laertes, BY FAR, OPENS THE BAG, OUT OF A ROLL IN, SHOW) -. I look at the first moment. (Laertes, COME-OO ENTRGÁ ROLO.ELE GIVES NOTICE Interim IT OUT FAST) .- Blank! All in white! Blank!

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SCENE IV

SCENE IV

(And spent much TIME. IN THE CHURCH.NO SAME END OF WORSHIP PASTOR) 

PASTOR: – May the Lord keep thee: The Lord put his hand upon thee, the Lord rises upon you face, and give thee peace. (The Shepherd, COME INTO THE YOUNG TO THE OBSERVER THAT WHEN Preach the Word.)

PASTOR: – The young man liked the message?. I noticed the happy face he did as he was preaching .O Lord has a work in your life.

LAETA: – It is!

PASTOR: _When the word touches us, God is speaking to our hearts.

Laertes: – Is it?

PASTOR: – When God speaks … my young obey is better than sacrifice.

Laertes: – This means what?

PASTOR: We — the meeting to isto.Detectar evil.Pluck  the seed of this evil seed, restore sore.

Laertes: – It’s not worship? Now is the meeting?

PASTOR: – One thing has nothing to do with there worship . Results equal.

Laertes: – And God?

PASTOR: _Está in business! Without it, the result would not be the same.

Laertes: – And you know the God who preaches the message?

PASTOR: – The son knows his father did not know? What parent would be, if you do not know your son?

Laertes: – And you talk with him?

PASTOR: – As we are talking agora. Is in me, I in him.

Laertes: – What he said to say you did not.

PASTOR: – Yes I said young man who did not pay attention … The church today has more  options. members who already speak a language  strange .’s Thriving. There church anointing coming from everywhere.

Laertes: – Said the Lord … I will speak to this people, by men of other tongues and lips of other peoples, and even then I .listen Wherefore tongues are a sign not for unbelievers but for the believe .If that therefore the whole church comes together in the same place, and they all began to speak in other languages ​​in case of no pardon or unbelievers enter, will they not say, perhaps, they are crazy?

PASTOR: _e, has all reason. But, would be crazy not absorb the true will of the Lord.

Laertes: – I would that ye all speak with tongues, but even more that you prophesied: for who prophesies is greater than he who speaks with tongues, except he interpret, that the church may be to you if construction.Know speaking in tongues, that ye may aproveitareis. If you do not speak by revelation, or science, or doctrine profecia.Ou? I thank God. Speak in tongues more than vós.Contudo, prefer to speak in church five words with my understanding, to instruct others than ten thousand to speak in other languages.

PASTOR: _Do same way … here, everything has been done carefully and moderação.Além than without faith no one comes to God.and language is the gift of the Spirit who watches over us.

Laertes: – But is it now falho.Por speak and testify in the Lord, no more doors as if you carry the Gentiles in the vanity of mente.Escurecidos in their understanding, alienated from the life of God by the lack of knowledge of their hearts.

PASTOR: _The commandment of God says so.

Laertes: – no one deceive you with vain words: for because of these things cometh the wrath of God upon the sons of disobedience .Then not be partakers with eles. Before you were darkness, but now are ye light in the Lord: Walk as children luz.Because of the fruit of light in all goodness, righteousness, and you truth .Not associated with the fruitless deeds of darkness, but rather Reject-as.Because things done by them in secret, even to speak it is shameful .All therefore it is manifest that he says luz.Por: Awake O sleeper, and arise from the dead, and light will shine on you.

(SAYING THIS, HIT PASTOR AWAKENING AS IN A SUDDEN SHOCK)

Therefore, be ye not unwise, but understanding what the will of the Senhor.E not drunk with wine, where there is strife, but be filled with the Spirit, Speaking to yourselves in psalms and hymns and chanting the Lord, and singing songs spiritual, in your hearts, always thanking God, submitting yourselves one to another in the fear of God.

PASTOR: _Before, I was like the sound of your sleeping.As for mouth words ringing out in my ears .Had Necta made the impression you hear waterfalls, and the corners longers.I’ts good sound.

Laertes: – You see it here?

(SHOW NOTE The commercial paper) and tie! (RIP-A) Now these livre.Take care not to fall back again.

PASTOR: _I don’t remember have heard your name

Laertes: – It is important não.Importa save more lives and souls of shed feathers have come to liberate urdidas.I captives.Names confuse and opposes the more important.

(AFTER THIS, IF YOU TURN AROUND AND LEAVE AZ)

PASTOR: (looks away) In a corner, has a mobile reparo.O needed nap that I served to keep me relaxed! How long was I? It seemed to me to have an eternity to reform, and still sober.When think we did something good! … There is much more to do!

Laertes: — If the river does not change its course natural.Pra wanting to change what you can not change?

 THE END

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POESIA

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(Maria tereza está à janela olhando quem passa.Vai dizendo bom dia, um a um).
TEREZA:-Bom dia seu Jenuino! Como é,colhe ou colhe a roça? Com a geada que tem dado né! Esse aí planta dois grãos de milho,quer colher duas toneladas.Tem a paciência! Bom dia Dona Aurora! Tá vindo aí! O cata osso inda não chegou.Sabe como é,tem dia que atrasa,se não furar pneu no caminho, vem. É Maria Elvira a minha irmã. Vem passar o fim de semana aqui.Nesta cidade, o sossego que é,serve de refresco pra que vem.Lá na cidade dela é…a paz do Senhor pastor!Olhe nesta semana não vou poder ajudar na igreja.Vou ter que fazer gosto a Maria Elvira,minha irmã!…a cidade dela…olha lá! Vem ele fumegando feito maria-fumaça.(Ônibus pára diante da venda.Tereza vê a irmã sair dele.Fecha a janela.A irmã bate uma vez,duas vezes.Na terceira vez Tereza abre a porta)
ELVIRA:-Pensei que não morasse mais aqui.Deus me livre fazer esse caminho de volta.Eu não ia suportar.Quanta poeira há nestas estradas.Parece que a gente está dentro de uma maquina de lavar roupa.Ô lugar longe!
TEREZA:-Meu Deus do céu,é ocê Maria Elvira? Tava na cozinha passando o café.Nossa,como cê tá magrinha! Como esses brancinhos conseguiram carregar estas malas da venda até aqui? Devia ter pedido,que seu Juca mandava o menino ajudar.Pra que tanta mala?Pra quem vai ficar só um fim de semana! Deve de tá entupida de roupa.Aqui não tem nada pra ver.Essa cidade é muito quieta.De vez enquanto morre um pra tirar o sossego da gente.Cidade de pouca gente.De gente honrada.
ELVIRA:-Talvez não fique nem uma semana.
TEREZA:-Deixa estas malas aí.Vem cá pra cozinha.O café tá pronto!Cê deve de tá cansada.Viajou a noite toda. Esse cata osso parece um moinho d’água.Se quiser tem sabão,toalha e água é o que não falta.Vai lavar o rosto e as mãos.(Ela vai até o banheiro,volta com as mãos pingando água)Toma a toalha,enxuga estas mãos.(Pega o pano de chão e vai secando as gotas)Meu ladrilho,meu ladrilho!
ELVIRA:-Descansa Tereza!Nem ladrilho isto é.Ardósia é que é!
TEREZA:-Pode me chamar de TÊ,é curtinho.Bonito, e fácil de pronunciar.Todo mundo aqui me chama de Tê.
ELVIRA:-Eu sempre a chamei de Tereza.Não é agora que vou mudar
TEREZA:-Não custa nada! Vou levar a mala lá pro quarto.Que tem dentro? É chumbo é?Nossa que peso!

 

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